Encontrei amigos, conheci gente nova. Visitei o MASP pela primeira vez e ainda ganhei um poster bacana.

Sozinha na entrada do MASP. Se até no Louvre podemos tirar fotos, porque aqui não?
Assisti Eclipse (finalmente!) com mais 17 pessoas, a maioria solitários como eu, e pasmem, gente da melhor idade na sessão. Revisitei outros lugares como o General Prime Burguer e comprinhas na 25, obviamente. {ainda volto para um post sobre as delícias que experimentei e sobre uma nova loja de tecidos}.
Tempos atrás, descobri que teria o Slava´s Snow Show no mesmo final de semana que iria no Miss Nikkey Brasil. Esta é a segunda vez que o espetáculo vem ao Brasil. Lembro de ver na TV em 2007 e ficar com vontade de assistir. Falei com minha cunhada e ela convidou mais alguns amigos e domingo lá fomos nós pro Citibank Hall.


Eles compraram ingressos na fila H, bem de frente para o palco. Como o lugar é pequeno (se comparado a outras casas que conheço) ficamos bem localizados. O show dos palhaços verdes e de um amarelo é simplesmente encantador. Nada infantil, mas todos voltamos a ser crianças em meio a risos, cores, música e surpresas.
Sim, surpresas, pois a teia de aranha vem por cima de nossas cabeças e todos passamos as mãos por ela, várias e várias vezes e com prazer. É bom fazer parte do show.

Sim, surpresas, pois o show tem parte de interatividade com o público. Na volta do intervalo os palhaços verdes e suas garrafas de água vem para o público. Sobem no colo, na cadeira, derrubam água, provocam risos. E gritos! De surpresa, de puro deleite.
Um deles foi chegando, chegando e de repente estava agarrando os cabelos da Cleusa. Pego a máquina fotográfica na bolsa e a coloco na minha cadeira. Me levanto para tirar fotos deste momento. Plof! Escorrego no chão molhado e meio que caio, um joelho no chão.
O palhaço vê e não perde tempo. Vem pro meu lado, em cima das cadeiras. A esta altura, as três pessoas que me separavam da Cleusa tinham sumido. Onde estava a Telma? A Vera? E o Marcelo?

O palhaço, sem dar ouvidos aos meus gritos de "está aberta, está aberta!" (ele não ia entender mesmo, o palhaço é russo e no desespero quem ia se lembrar de gritar em inglês?), pega minha bolsa e joga-a umas filas atrás, por sorte direto nas mãos de outros espectadores que assistiam a tudo rindo, mas perplexos com tanta ousadia.
Eu, ainda no chão, sou a próxima vítima do palhaço e também tenho meus cabelos "atacados". Logo ele sai e faz outra vítima, um menino que tem os cabelos (os cabelos, sempre eles) molhados pela garrafinha de água. É mais engraçado ainda fazer parte do show.

O show continua: fumaça, neblina, bolhas de sabão. Magia. Quase ao final, ao som impactante de "Carmina Burana", uma ventania e toda "neve" vem para cima do público. Aplausos, aplausos. E, de repente, bolas de todas as cores e tamanhos são lançadas para a audiência que fica a brincar com elas. Todos querem tocar, empurrar e a um simples toque, elas vão looongem flutuando pelos ares. Palmas, palmas.


As pessoas começam a ir embora, cansadas de rir e de brincar com as bolas. O show acabou, mas para quem ficou um pouquinho mais, os atores voltam, alguns sentam na beira do palco e atendem todos que queriam tirar uma foto. Com cabelos em pé, cabelos, sempre os cabelos.


Sobre o Slava´s Snowshow: até 29 de julho em São Paulo e de 9 a 13 de agosto em Porto Alegre. Compre ingressos através deste link www.premier.ticketsforfun.com.br/shows/showne.aspx?sh=SLAVA10
Saiba mais aqui

Será que este é o Oleg? ou o Robert?
Atualizando: matéria do Altas Horas nos bastidores do Slava´s e no Jornal Hoje






















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